Tecnologias e Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais

Blog Educativo dedicado as aulas de Tecnologias na educação especial, ministrado pela professora Doutora Amaralina Miranda da Universidade de Brasília.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A Era da informática para os Deficientes Visuais

As novas tecnologias são símbolos de um enorme desenvolvimento em todos os níveis da sociedade, e no meu ponto de vista os deficientes ganharam muito com o avanço desses recursos tecnológicos que delineou e abriu muitos horizontes em várias vertentes.
Há imenso trabalho investido, com progressos já bem visíveis e prosseguem diversas e afanosas investigações, visando a concretização dos meios para que os cegos possam digitalizar, escrever, ler, tratar, imprimir, converter, exportar e importar ficheiros, compor música, orquestrar, fazer alterações, isto é: ter a possibilidade de manejar e rentabilizar os softwares disponíveis e usufruir as ferramentas facilitadoras das suas dificuldades.

Cada vez há mais cegos a utilizar a Informática e não dão por mal empregado o tempo e o dinheiro investido, embora o fator preço seja um dos grandes obstáculos à sua massificação.

Texto escrito por “José Fernandes da Silva” em março de 2007,
pode ser lido na integra no site:

Deficientes Auditivos e acessibilidade a partir o Windows XP

Os deficientes auditivos ou com leve deficiência auditiva podem configurar o Windows para usar cursos de ação visual no lugar dos sons, ou aumentar o nível do volume do programa de sons do sistema. Este artigo, disponivel no site da Microsoft, aborda as ferramentas de acessibilidade disponíveis para usuários com leve deficiência auditiva, e também descreve como usar os recursos padronizados do Windows XP para auxiliar estes usuários.

Orientações no site:
http://support.microsoft.com/kb/308897/pt-br

Vale a pena conferir!
Beijos no coração

quinta-feira, 10 de abril de 2008

**Dica bem legal**


Em minhas pesquisas para abastecimento do Blog encontrei no site da Microsoft orientações de como configurar os recursos de acessibilidade para os deficientes visuais ou com leve deficiência visual no Windows XP.

Vale a pena dar uma espiada!!!!


Link:http://support.microsoft.com/kb/308978/pt-br

Tecnologias para quem “ver sem olhar”

“A educação é um valor e um direito de todos e
a que todos devem ter acesso nas melhores condições”

As novas tecnologias trouxeram para os deficientes visuais uma abertura significativa a comunicação com o braile e com a internet. Pode-se ver este trabalho na Universidade de Porto (Portugal) que tem um projeto há nove anos, chamado “Ver sem olhar” que é um serviço de apoio ao estudante com deficiência visual que tem como principal objetivo à promoção da igualdade de condições para os estudantes com deficiência no acesso ao ensino superior. Sendo assim, este Serviço permite que qualquer deficiente estudante da Universidade do Porto possa realizar uma formação superior especial adaptada à sua deficiência. Ressalto ainda que não só alunos da UP como também pessoas cegas externas à Universidade freqüentam o Serviço.

Podemos assim ver que a informática e o Braille entraram na vida das pessoas cegas como um vertiginoso meio de integração social, abrindo um horizonte infinito de informação, educação, cultura, mercado de trabalho e comunicação.
O Serviço tem respondido positivamente às necessidades do deficiente visual, mas “muitas vezes, escasseiam os recursos financeiros e humanos também. O nosso objetivo último é a extinção deste serviço, no sentido de não ser mais preciso, já que, se a Universidade estivesse adaptada para receber qualquer aluno, deficiente ou não, não seria necessário à existência de um serviço como este” declara Maria Alice Ribeiro que é responsável pelo serviço.

Para maiores informações acessem o link:

terça-feira, 8 de abril de 2008

Pessoas deficientes e acesso a web


O Brasil tem desenvolvido softwares para democratizar o acesso às pessoas com necessidades especiais. Um desses softwares é o MOTRIX que possibilita o acesso de pessoas que possuam tetraplegia, deficiência motora grave e distrofia muscular permitindo-lhes a escrita, comunicação e leitura pela internet.
Esse sistema surgiu primeiramente para atender a um caso particular de uma médica que ficou tetraplégica e procurou o Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que desenvolveu o projeto.
O sistema é acionado por um comando de voz através de um microfone que permitir fazer todas as ações no computador. Existe também o Microfênix que pode ser acionado através de um simples murmúrio.
É importante ressaltar a posição de liderança que o Brasil possui frente à América Latina na questão de acessibilidade na web. Iniciando em 1993 com o sotfware DOSVOX que funciona com uma espécie de ledor para os deficientes visuais dando lhes acesso à leitura e a oportunidade de poder escrever e ser lido pelas outras pessoas não “deficientes”, além é claro de ler o que outras pessoas escrevem.


Link:

Tecnologia Assistiva / Acessibilidade e Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais

Definições

Tecnologia Assistiva

Envolvem todos os instrumentos e meios utilizados com a finalidade de proporcionar as pessoas com necessidades especiais uma independência e uma maior autonomia frente a uma dificuldade de acesso.

Acessibilidade

Este é um conceito relativamente novo, surgiu na década de 1960 nos EUA e na Europa, dizendo respeito à área da arquitetura que se preocupava com os problemas de mobilidade das pessoas que utilizavam à cadeira de rodas. Então a partir disso começo-se a apensar em maneiras mais acessíveis ou que facilitassem a locomoção desses chegando ao novo conceito de acessibilidade.

Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais

São aqueles sujeitos que possuem alguma limitação física, mental, visual ou auditiva, de ordem temporária ou definitiva, que podem precisar de algumas adaptações para o seu melhor desenvolvimento educacional.


Entendo assim a importância da democratização, ou melhor, da inclusão digital a TODOS independente de suas necessidades, pois é importante reconhecer que com técnicas ou instrumentos simples podemos garantir mais um direito a cidadania dos portadores de necessidades educacionais especiais, buscando uma clara e melhor inclusão.